O Milagre de Nossa Senhora da Nazareth. Lenda religiosa em 2 actos e 10 quadros
























Título: “O Milagre de Nossa Senhora da Nazareth. Lenda religiosa em 2 actos e 10 quadros"
Autor: Pedro Carlos d'Alcantara Chaves
Edição: Lisboa, Livraria de J. Marques da Silva – Editor, s.d.

Na Nazaré, em setembro, estamos nas “Festas” - designação local, popularmente dada a este tempo em que se celebra o culto de Nossa Senhora da Nazaré e se comemora o Feriado Municipal, a 8 de setembro.

No acervo do Museu Dr. Joaquim Manso, existem inúmeros testemunhos desta efeméride mariana, que testemunham a sua antiguidade multissecular e o seu grande alcance nacional e além-fronteiras. Desde objetos de devoção (“ex-votos”, “lâminas” ou “chapas”, medalhas, fitas, etc.), gravura, pintura e escultura, fotografia e diverso acervo bibliográfico e documental.

Neste último âmbito, damos hoje destaque, a título exemplificativo, “O Milagre de Nossa Senhora da Nazareth. Lenda religiosa em 2 actos e 10 quadros. Original de Pedro Carlos d'Alcantara Chaves. Representada com geral aceitação no theatro da Rua dos Condes”, 6ª série, n.º 1, Lisboa, Livraria de J. Marques da Silva – Editor, s.d.

Este pequeno exemplar existente no Museu Dr. Joaquim Manso (incompleto) destinava-se à representação dramática, apresentando a tradicional lenda do Milagre de Nossa Senhora da Nazaré ao cavaleiro D. Fuas Roupinho, que remonta a um tempo medieval que se confunde com o tempo inicial da Nação.

Entre os personagens, contam-se figuras árabes e cristãs, intervenientes na referida lenda, mostrando o valor do Alcaide-Mor do Castelo de Porto de Mós, assim como do rei Gamir.

O panorama museológico em Portugal




Título: O panorama museológico em Portugal. Os Museus e a Rede Portuguesa de Museus na primeira década do século XXI
Autores: José Soares Neves (coord.), Jorge Alves dos Santos, Maria João Lima
Edição: Direção Geral do Património Cultural, dezembro 2013


Análise e estudo comparativo da realidade museológica nacional, demonstrando a evolução verificada desde o inquérito nacional de 2000-2003, em vários itens, desde o número de visitantes, atividades e características das diferentes instituições que integram a Rede Portuguesa de Museus.

Documento a consultar na nossa Biblioteca / Centro de Documentação!

Argos – Revista do Museu Marítimo de Ílhavo




















Título: Argos – Revista do Museu Marítimo de Ílhavo
Edição: CIEMar – Museu Marítimo de Ílhavo, agosto 2013

“Argos” é uma nova revista dedicada ao mar, publicada pelo Museu Marítimo de Ílhavo / Câmara Municipal de Ílhavo, com editorial de Álvaro Garrido e textos ilustrados de vários autores nacionais e internacionais. 

O primeiro número é dedicado à Antropologia Marítima, com um texto introdutório de Francisco Oneto Nunes e uma entrevista a Joaquim Pais de Brito, por Luís Martins, também autor do texto “Terrenos Piscatórios: temas e errâncias”.

Aborda uma temática abrangente mas, de algum modo sempre ligada ao mar, organizada pelos separadores “Conhecimento”, “Memória e Identidade”, “Imagens”, “Museu Marítimo de Ílhavo”, “Experiência Museologica Internacional” e “Dossier Visual”. 

A destacar, no campo “Imagens”, o texto “Representações visuais da Nazaré. Entre o mar e o paradigma”, por Dóris Santos, e o texto “É o Amor: um filme de João Canijo”, por Paulo Cunha, sobre um filme recentemente exibido no Museu Dr. Joaquim Manso no âmbito da iniciativa de verão “Cinema nos Museus” / Direção-Regional de Cultura do Centro.

A revista, que se pretende anual, tem distribuição pela Âncora Editora.

Por oferta do Museu Marítimo de Ílhavo, encontra-se disponível para consulta na Biblioteca / Centro de Documentação do Museu Dr. Joaquim Manso.


Manuel Remígio – o Homem, o Profissional e o Cidadão


















Autor: Rui Remígio
Título: Manuel Remígio – o Homem, o Profissional e o Cidadão (Biografia)
Edição: Coimbra, Edição do autor, 2013



No ano em que se celebra o 30º aniversário da construção do porto da Nazaré, Rui Remígio publicou esta obra dedicada à biografia de Manuel Remígio (1871-1964), seu avô.


É uma narrativa do percurso pessoal e profissional de Manuel Remígio, evidenciando a sua acção em prol da construção do porto de pesca da Nazaré, enquanto membro da Comissão Pró-Porto.

São ainda destacadas as suas diligências em favor da construção do caminho-de-ferro Tomar – Nazaré, com Dr. Vieira Guimarães, assim como outras acções de cidadania.

Citam-se também as suas funções como escrivão na Capitania do porto da Nazaré (onde foi colocado em 4 de março de 1905) e no Departamento Marítimo do Centro e Capitania do porto de Lisboa (1915).

A sua vida militar não é esquecida, bem como a sua passagem quer pela Armada, quer pelo Exército, tendo sido condecorado com várias medalhas e diplomas.

Para além de aspectos da vida familiar, a publicação procurou ir mais além do simples registo biográfico do homenageado, enquadrando o seu percurso biográfico no contexto sócio-económico da região da Nazaré de início e meados do século XX.

Esta publicação, que contou com a colaboração do Museu Dr. Joaquim Manso no âmbito da investigação preparatória, encontra-se disponível para consulta na nossa Biblioteca, por oferta do autor.
 

Roteiro dos Museus da Região Centro


Aproveite o verão e conheça os museus do Centro de Portugal!
Consulte o 

 

















Roteiro dos Museus e Espaços Museológicos da Região Centro

Edição: Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, 2011

Este roteiro está organizado por capítulos, correspondentes às áreas geográficas (NUTS) e de acordo com as tipologias museológicas:

Museus de Arte, Museus de História e Arqueologia, Outros Museus e Espaços Museológicos, Museus das Ciências e da Técnica, Museus de Etnografia e Antropologia, Museus Mistos e Pluridisciplinares, Sítios Arqueológicos e Monumentos Musealizados, Museus de Ciências Naturais, História Natural e Ecomuseus.
Dentro de cada NUT, os concelhos estão ordenados alfabeticamente.

Mulher inclinada com cântaro














Autor: Jaime Rocha
Título: Mulher inclinada com cântaro
Fotografia da capa: Sylviane Lehuby
Produção:Luís Paulo Meireles
Edição: Volta d'mar, novembro 2012

 
A biblioteca sugere...
"Mulher inclinada com cântaro", o título do pequeno livro do escritor nazareno Jaime Rocha (n. 1949), recentemente editado pela Volta d'mar e oferecido ao Museu Dr. Joaquim Manso, uma história imaginada a partir de uma intervenção anonimamente pintada numa fonte da Nazaré.
Conta a história de um mulher que espera que o mar devolva um náufrago, para que o possa chorar e fazer o seu luto.
Sempre que vai à fonte encher o cântaro é motivo para se relembrar do corpo que amou e agora está ausente; acompanhada por um cão, que também sente a falta do dono e anseia pelo seu regresso.
Até que, num dia de outubro, o náufrago aparece na rebentação e a fonte seca...
"Nesse dia, tudo o que era vivo parou (...). Só a mulher com o cântaro conseguiu aproximar-se da praia e chorar".
No dia seguinte, a vila resolve queimar o corpo na praia e, num ritual de dança e fogo, cão e mulher acabam por também sucumbir nas cinzas.
E a praia, de novo vazia, recua para a sua forma primordial.



A Hospedaria do Mosteiro de Alcobaça: Um Passado, um presente, uma proposta de futuro


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Autores: João Oliva Monteiro, Joana d'Oliva Monteiro e Sofia Ferreira
Título: A Hospedaria do Mosteiro de Alcobaça: Um passado, um presente, uma proposta de futuro
Edição: Tipografia Alcobacense, Alcobaça, 2012
 
Nesta publicação recentemente oferecida à Biblioteca do Museu Dr. Joaquim Manso pelos seus autores, faz-se uma reflexão sobre o Mosteiro de Alcobaça e a ideia da criação de um museu no mesmo Mosteiro.
Referem-se as condições que o Exórdio de Cister, de 1134, estabelece sobre as condições de habitabilidade de um mosteiro cisterciense, relacionadas com a conclusão da construção dos edifícios do oratório, refeitório, hospedaria e portaria.
Dá-se conta da execução de obras ao longo dos tempos, da decoração utilizada em vários espaços, desde os cortinados, cadeiras, damascos em carmesim e dourado, tapetes persas, colchas bordadas e outros adornos como jarros e bacias de prata lavrada.
Salienta-se, também, o Corpus artístico do Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça, o valor histórico e artístico, quer da Escultura, com um pormenorizado trabalho iconográfico, quer do seu acervo pictórico, onde se realça a arte maneirista e barroca.
Na proposta de um futuro museu, desenha-se a possibilidade de “retomar a função de convite, abrindo aos novos ‘hóspedes’ outra realidade de um monumento”, em que a ligação entre a arte e a arquitectura poderá proporcionar um maior dinamismo e proximidade com o público, incluindo pluridisciplinaridade na sua programação e algumas características lúdicas, cafetaria, salas de audiovisual e multimédia, o que enriqueceria o valor patrimonial de um “Monumento da Humanidade”.